Mãe: uma aventura em terras desconhecidas



Aproveitem a Música da Júlia!

You Can Leave Your Hat On

No dia 27 desse mês, a Jú completou seu 1º aninho!

Aí vocês devem estar se perguntando: “E o que isso tem a ver com o título do tópico?”. Explicarei!!

A Júlia nasceu no dia 27 de janeiro, às 3:12 da madrugada, ouvindo You Can Leave You Hat On do Joe Cocker (do filme 9 ¹/2 semanas de amor, uma música de strip tease). Mas não foi intencional.

Nós tínhamos feito uma playlist com várias músicas super calminhas, de rock é claro, como  Island In The Sun do Weezer, e claro Beatles. Mas eu entrei em trabalho de parto enquanto estava indo ao mercado, e o Max estava no treino de Hapkido, e quando chegamos em casa, nem lembramos de gravar Cd ou levar o notbook junto. Aliás, o Max esqueceu até dos exames pré-natais, sendo que estava coloquei tudo junto pra não haver esquecimentos.

Já no hospital, com vergonha e dor de ter esquecido tudo, a Médica nos perguntou se tínhamos levado pelo menos as músicas. Eis que lembramos que tínhamos nossos celulares.

Mas o meu celular estava cheio de Marilyn Manson, Iron Maiden e Ozzy Osbourne, ainda bem que essas músicas o Max pulava (hehehehe). Lá pelas tantas, tocou With A Little Help From My Friends, na voz do Joe Cocker, e pensei “que linda música para ela nascer”. Ledo engano.

E ela nasceu, na música seguinte.

E assim se passou um ano…

Um ano de aprendizados (meus e dela), um ano de descobertas e de infinito amor!!!

Te amo minha filha.

Papinhas e suas dificuldades!

Olá pessoas!

Eu sei que há muito eu não posto nada, mas é por pura adaptação. Mas enfim…

A Juju começou com as papinhas de frutinhas como tinha postado anteriormente, mas aí começou meu tormento.

Quem disse que a Júlia queria papinha? Na hora de comer, ela já olhava feio para o que eu tinha na mão, depois, com a frutinha na colher, ela fechava a boca, fazendo um biquinho, cerrava as gengivas e empurrava a minha mão.

Eu estava em puro estresse, não sabia mais o que fazer. Acreditava que depois dos 6 meses o meu leite já não dava os nutrientes que ela precisava. Ela não aceitava a papinha, e eu me estressava.

Foi então que, procurando na net, no orkut mais especificamente, achei comunidades que ajudam mamãe de primeira viagem com relação à papinhas e amamentação, como o Grupo Virtual de Amamentação que acabou me salvando da minha frustração e meu estresse. Lá descobri que as papinhas, a partir do 6° mês, são somente para adaptação à novas texturas e sabores. E que o leite, materno ou artificial (no meu caso materno) é o principal alimento até 1 ano.

Comecei a me acalmar, e mostrar apara a Júlia que é apenas mais uma descoberta e brincadeira. Passei a utilizar a fase oral dela como uma aliada, dando-lhe a colher para que ela mesmo levasse à boca.

Com isso, ela passou a comer mais, e a ter as suas predileções. Mesmo que, algumas delas, tenham sido escolhidas por sua preguiça a mastigação, logo ela não gosta do que fica em pedaços e a faça engasgar.

Mas agora eu já estou muito mais tranquila. Esse mês ela já está experimentando legumes, como cenoura, batata, beterraba, moranguinha e chuchu. Estou dando, de início, uma por vez, até porque não quero passar por outro susto de reação alérgica, como aconteceu com a banana, mas isso é outro assunto para outra postagem.

Enfim, fica aqui a minha dica para as mamães que estão dando suas primeiras papinhas, ou que vão dá-las aos seus pimpolhos. Não se estressem, faça da refeição uma brincadeira de novas descobertas!

Beijocas e até mais!

Mães são loucas!

Definitivamente, quando viramos mães ganhamos pontos em loucura.

Quem é mãe sabe, depois que o bebê nasce, acordamos de tempos em tempos só para ver se nossos filhotes estão vivos.

Toda mãe faz isso, sem exceção. É mentira da mãe que diz levantar somente para ver se o bebê está tapadinho, vai sim ver se o bebê está respirando, se não está morto.

Quando fui à minha gineco Dra. Ana, que teve a Amandinha há 3 meses, ela dizia que durante a noite, lá ia ela ao bercinho pra ver se o bebê está morto.

Hoje, mesmo a Juju dormindo a noite toda, eu ainda acordo pra ver se ela está respirando.

Porque será que toda mãe é assim?

Deve ser devido ao instinto protetor de mãe, por medo do bebê se sufocar, mesmo ele mal conseguindo se mexer na cama.

Mas também cheguei à uma conclusão, por mais loucas que as mães virem, mais normais elas são.

É normal levantar várias vezes durante a noite pra dar uma cheiradinha no bebê. Só não pode ser demais!

Beijos e até a próxima!

Imagens falam mais que 100 palavras!

Te amamos muiiito papai Max!

Feliz dia dos Pais!

Pediatra

Eu sempre achei que a relação entre os pais e o pediatra, é baseada em confiança, mas também tem que ter a mesma linha de pensamento.

Fomos apresentados à Dra. Clarissa na sala de parto. E desde esse dia, confiamos nela a vidinha da Juju.

Ela é muito carinhosa e bem divertida. Ela é direta: o que é, é e deu, não faz muita enrolação com relação a nada.

Diferente da maioria dos pediatras (principalmente os de Sapucaia), ela tem uma linha de pensamento que eu gosto muito, e que eu acredito: Dona de Casa (que é o que eu sou) tem que dar de mamar no peito, EXCLUSIVO, até o 6º mês.

Juro que, quando eu levei ela em maio no consultório dela, tava nervosa que ela fosse dar comida para a Júlia antes do tempo. Ficava pensando: “Que pena, gosto tanto dela. Tava indo tão bem!” Eu e a minha mania de sofrer por antecipação!

Foi quando ela disse: “Vamos manter no peito até o 6º mês!”. Que alívio!

Enfim, a Dra. Clarissa é uma ótima pediatra, eu adoro ela. mesmo a Juju chorando quando vai lá, mas isso se supera!

Beijos, até mais!

Primeira frutinha - mamão!!

Como tava booommm!!!

6 meses!!!

Hoje a Júlia está completando 6 meses… Como passa rápido! Parece que foi ontem que ela nasceu. E às vezes parece que nem vi o tempo passar!

Nos primeiros meses, até os 3 meses, ela só dormia, mamava e chorava. Mal interagia. Era toda molinha e se mexia só para se espreguiçar.

Aí, vieram os 3 meses de vida. Ela já olhava os móbiles, ria para eles, conversava com eles, movimentando as perninhas e braços de empolgação. Nessa fase já começa ficar mais intensa a interação deles com o mundo e a dormir menos.

Quando a Júlia chegou aos 4 meses, já estava espera pra caramba. Começou a descobrir as mãos, e a colocá-las na boca, olhar elas por horas, em todos os ângulos, descobrindo cada detalhe. Sorria para as brincadeiras qua fazíamos, e já começava a gargalhar. E já forçava levantar a cebeça… que coisa!

E então, chegou aos 5 meses, fazendo tudo isso e muito mais. Começou a descobrir os pés. Tudo que está na frente dela vai à boca, sem excessão. A mãozinha ficou ligeira, o que estiver na frente ela pega, e coloca na boca. Ri, gargalha, senta com apoio, brinca com os brinquedinhos, morde os mordedores, se vira de bruços na cama, sozinha! Já nem consigo deixá-la sozinha, com medo que ela caia da cama.

E o melhor de tudo, começou a balbuciar bubaaaaaaa; babuuuuuuuuuu; baaaabbaaaaaaa; mmmmmmmmmmmmmmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. É demais!

E agora os 6 meses. O que será que ela vai começar a aprontar? Quantas coisas mais ela vai descobrir, além das papinhas?

Cada fase que passa, fica mais gostoso e mais engraçado!

É ótimo ver os pequenos crescendo, descobrindo o mundo e aprendendo. Eu estou amando!

Ahhh, e quanto às papinhas… isso eu conto para vocês lá pelo dia 29, quando ela começa a comer!

Beijos, até mais!

Deixar ou não deixar tocar???

Passear com um bebê é incrível, todo mundo pára para olhar e elogiar os pequenos. Sempre tem alguém que vire a cabeça só pra ver o rostinho do bebê no carrinho. Mas eu acho muito desagradável quando as pessoas não querem só olhar, querem tocar neles. Não quero ser indelicada, fico até sem jeito em pedir para que não encoste nela, mas é batata, sempre tem quem queira “acariciar” a Juju.

Não é por ciúmes, é simplesmente por higiene. Ainda mais que quando querem tocar nos bebes, passam a mão nas bochechas e nas mãozinhas, tudo que fica perto da boca, já que a Júlia está na fase de estar sempre com as mãos na boca.

Morro de medo dela pegar uma H1N1, alguma bactéria intestinal, ou qualquer coisa que possa deixar ela doente, até porque eu não sei onde a pessoa encostou a mão, se pegou dinheiro ou qualquer outra lugar que é contaminado.

Eu, quando saio, sempre tomo o cuidado de levar álcool em gel comigo, para se caso tenha que atender a Júlia no passeio, ou para dar de mamar. Tem pessoas que acham isso exagero, mas quando chegam aqui em casa a primeira ordem é lavar a mãos. Ainda bem que os parentes e amigos entendem e sabem o como é importante essa simples higiene das mãos.

Hoje em dia não dá para se descuidar com esse tipo de higiene, logo eu não deixo mais encostar, justamente para se previnir um mal que possa vir mais tarde.

Beijos, até mais!

Será que são os dentes??

A Juju anda tão enjoadinha, chora por qualquer coisa, mal quer brincar. A gengiva está um pouquinho inchada, mas nada que se diga: “Nossa que dentão!”, mas já dá pra ver.

Quando ela fica bem chorosa, eu acabo dando paracetamol pra ela, e vejo como ela reage. Também uso aquelas dedeiras massageadoras de gengiva, nessa hora dá pra ver bem a agonia da coitadinha.

Mas ela anda mamando mais que o normal(ela ainda mama no peito), e dormindo mais que o normal.

Se tiverem alguma dica pra passar aceito, até pq dá uma dó ver ela pra baixo!

Beijos!